Bauru - 13/01/2020 - 17h15

Minhano toma posse e anuncia que vai priorizar ações fiscalização


Em razão do afastamento por tempo indeterminado de Roger Barude do mandato de vereador da Câmara Municipal de Bauru, Edvaldo Minhano (Cidadania) foi empossado no cargo, na manhã desta segunda-feira (13), na sede do Poder Legislativo.

O agora parlamentar, em entrevista concedida após a solenidade, revelou que vai priorizar as atividades de fiscalização do Poder Executivo.

Minhano explicou que, em sua primeira passagem pela Casa de Leis, que durou 15 dias, não houve tempo hábil para receber as respostas dos questionamentos que levantou à época na condição de vereador.

“Agora, com mais tempo, será possível exercer esse papel fiscalizar com melhor resultado para aquelas e outras questões que farei agora”, pontuou.

Contador, ele estar disposto a analisar contratos firmados pelo município, especialmente por órgãos da administração indireta.

Outros pontos que o vereador pretende acompanhar de perto são a aplicação dos recursos do Fundo de Tratamento de Esgoto (FTE) e o andamento das obras da ETE Vargem Limpa – atrasadas em mais de três anos, de acordo com o cronograma original. “Precisamos ver se a empresa tem condições de concluir”, declarou, referindo-se à construtora.

Sobre processos que estão em tramitação na Câmara, Evaldo Minhano disse que pretende analisar um a um a fim de se posicionar, mas adiantou que, em princípio, é contrário ao financiamento de R$ 46,6 milhões pretendido pelo prefeito Clodoaldo Gazzetta;

“Pode ser que alguma coisa mude, mas é difícil, até porque quer fazer dívida para que outro pague”, avaliou.

Também policial militar aposentado, Minhano recebeu 1.274 votos nas eleições municipais de 2016, e foi diplomado como primeiro suplente do PPS – agora Cidadania.

Nesta segunda, ele foi empossado pelo presidente do Legislativo, José Roberto Segalla (DEM). Também participaram a segunda secretária, Yasmim Nascimento (PSC), pelo vice-presidente, Coronel Meira (PSB), e pelos parlamentares Fábio Manfrinato (PP) e Telma Gobbi (Solidariedade).

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